Quem sou eu

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Este alagoano de São José da Tapera, nascido em 1966, é maravilhado com a escrita e encantado com as letras. Procura traduzir em seu trabalho as inquietações da alma humana em suas relações interpessoais e consigo mesmo. Autor dos livros: O homem que virou calango (contos); Retratos Urbanos; Síndroma de Imunodeficiência Depressiva; Da dor do não, poemas; coautor de Caoticidade Urbanopoética do eu nulo, poesia; participação na 1ª Antologia da Confrafia: Nós, Poetas.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Dos anjos não beijarei a face ainda




DOS ANJOS NÃO BEIJAREI A FACE - André Maurício

QUANDO A ÚLTIMA DOR
TROUXER SEU LAMENTO
OS OLHOS DERRAMARÃO
SUAS LÁGRIMAS

CEDO A DOR MEU
ÚLTIMO
LAIVO DE VIDA

QUEDO-ME NO INFINITO E
VEJO NO CATRE
MEU CORPO NU

O QUE QUERES DE MIM, ESPECTRO? NÃO O TEMO.

SORVO DA MORTE
UM GOLE DO ÚLTIMO
CÁLICE DE VINHO
MAS NÃO PEREÇO

UM LAIVO DE SANGUE - SOPRO DE VIDA - AINDA ME
ENVOLVE

DOS ANJOS NÃO BEIJAREI A FACE, AINDA

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Finalizando este. Fazendo uma revisão final.

A apócrifa existência de um comedor de calango - O homem que virou calango. 
Esta é a estória de Diazepan. Um sujeito que sofreu mais que sovaco de aleijado nesse mundo de meus Deus, mas não se importava com nada. Levava a vida na flauta, cantando e vivendo. 






quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Poema Desordem de Majal-San.

Este poema fará parte do Recital Caoticidade UrbanoPoética do eu NULO, que será realizado no dia 03/11/2018 no Teatro Jofre Soares/SESC-Centro, em Maceió/AL.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Caoticidade Urbanopoética do EU nulo

Chamada para o recital do SESC - Centro a ser realizado pela Confraria: Nós, Poetas em 03 de novembro de 2018, na cidade de Maceió/AL.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Feliz aniversário.

Este poema escrevi num rompante ao observar sua foto no celular (Solange Maria).Tal qual nós dois, ao nos vermos pela primeira vez, em um aniversário também, e nossos corações se entreolharam, cúmplices, enamorados já, num rompante.Hoje, aqui - como dantes, enamorado, sorrio prá você e as mesmas emoções sinto.É 26/04 - o dia, e olhando para você extraio o que de mais belo em mim há e presenteio-te.
Amo-te!!!!

Feliz dia. Feliz dias. Feliz!

AND I LOVE HER

ÀS VEZES
ME PEGO A OLHAR
A BELEZA QUE TEM
O TEU SORRISO
A ALEGRIA QUE TEM
O TEU OLHAR
E ME PERCO
ESQUECENDO-ME ATÉ DE MIM

ÀS VEZES
QUERIA PARAR O TEMPO
E FICAR A TI OLHAR
SEM PRESSA
SEM DESEJO

POR AMAR

sexta-feira, 6 de abril de 2018

INOCENTE OU CULPADO?


Inocente ou culpado?

A Direita derrubou um governo socialista em 1961 e tomou o poder em 1964 - O mel é bom e quem come se lambuza – como cão que pega o osso e não quer largar. E de fato, não largou. Quando se viu em águas turvas ao perder o poder em 2003 achou que seria tempestade num copo d’água e a calmaria não tardaria a chegar. Ledo engano.

A nossa incipiente democracia foi, literalmente, jogada ao chão e pisoteada. E nós, povo, aceitamos.
A mídia “onisciente” tratou de nos calar iludindo-nos com a pecha de caça a imoralidade, como Collor naquela busca enganosa dos Marajás. E aceitamos. Pois, nós, povo, não podemos usufruir da riqueza da nação. Eles podem. Nós, não.

Inocente ou culpado? Não sei.

Corrupto ou não corrupto? Não sei.

O que sei é que o povo foi manipulado e enganado.

Quem perdeu? Todos nós. Porque falam, não eu, dos absurdos jurídicos (não entendo, não sou versado nesta seara) cometidos durante todo este processo de caça as bruxas. Quais bruxas? Porque os figurões continuam bebendo uísque e champanha. A maioria na varanda de uma bela casa. Alguns poucos na sala de estar, ricamente decorada, em prisão domiciliar. Os poucos que foram presos são figuras descartáveis no jogo do poder.

Quem perdeu? Eu e você. Porque os medalhões continuam bem guardados em suas belas caixas de veludo.   

Quem perdeu?

“Aqueles que amam a Pátria e a Liberdade...” e digo mais “precisamos enterrar, sem mais delongas, ilusões e falsas esperanças... (democracia). “

“E devemos tomar vergonha na cara e organizar, rapidamente, em nossa memória, com equilíbrio e lucidez, uma frente ampla e democrática, para combater nas urnas os demônios do fascismo, que já começam a sobrevoar, em círculos, como abutres, a Praça dos Três Poderes, atraídos pelo odor da carcaça em decomposição.”
Vejam quem são os candidatos, novamente, nesta eleição.